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Posts Tagged ‘tratamento’

por Lígia Zampar

esse é o resultado de uma luta que já dura alguns anos e é o começo de uma longa história”

Luiz Figueira,  presidente do Instituto Ecometrópole.

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por Fernanda Cavassana

Os leitores do londripost estão acompanhando a polêmica sobre a interrupção do tratamento de quimioterapia de uma paciente filiada à Unimed Londrina. Esta semana, divulgamos o vídeo de Ana Maria Menezes, assim como a versão da Unimed Londrina sobre a história e um comentário deixado pela própria paciente com informações sobre o seu caso.

Acompanhe agora uma entrevista feita com Ana, com mais informações.

Seu nome completo? Sua profissão? Idade?
Meu nome é Ana Maria Camin de Menezes, sou professora de inglês e tenho 43 anos.

Em que cidade reside? Porque seu plano de saúde é com a Unimed Londrina?
Resido em Uberlândia mas meu esposo trabalha para uma empresa de Londrina. Nosso plano de saúde é empresarial.

Seu tratamento estava sendo realizado em que cidade?
Todo o meu tratamento tem sido feito aqui em Uberlândia na cidade onde resido.

Há quanto tempo é filiada ao plano de saúde da Unimed Londrina? É a primeira vez que enfrenta problemas com a empresa?
Éramos filiados à Unimed Uberlândia, mas este ano migramos para o plano da empresa.

Você poderia dar mais detalhes sobre seu tratamento? Quando começou? Qual o medicamento utilizado antes?
O tratamento, recomendado por minha oncologista Dra. Zaíra Loureiro, foi de quatro sessões AC e quatro sessões TAC (com medicamento Taxotere). Comecei em agosto com intervalos de 21 dias. As quatro primeiras sessões foram autorizadas, no entanto, ao pedirmos a autorização para as últimas quatro, foram negadas.

(mais…)

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Por Fernanda Cavassana

O Londripost entrou em contato com a Unimed Londrina para obter informações sobre o caso de Ana Maria Menezesque divulgou um vídeo no Youtube relatando a interrupção do seu tratamento.

Para privacidade da própria paciente, a assessoria de imprensa da Unimed Londrina preferiu não divulgar detalhes do diagnóstico. Mas afirmou que a paciente tem uma resposta formal da empresa que justifica a decisão de cancelar o pagamento da continuação do tratamento dela.

Segundo a comunicação da Unimed, a quimioterapia estava sim em continuidade e sua interrupção foi decidida seguindo um conjunto de regras, um plano baseado nas normas da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) que a empresa tem que seguir.

De acordo com empresa, no meio do tratamento de Ana Menezes, foi solicitado, por sua oncologista, um medicamento cuja bula teria a informação de que ele não é indicado para o caso da paciente. Sendo assim, continuar cobrindo a quimioterapia com esse remédio significa, para a Unimed, assumir a responsabilidade do tratamento fora das normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitára) e da ANS.

A empresa ainda afirmou que a decisão foi tomada após um parecer técnico de oncologia.

Ao Londripost, a Unimed Londrina ainda disse que, pelo quadro que apresenta, entende que é um momento difícil, e de superação para a paciente. E que toda a pessoa tem o direito de tentar qualquer tratamento e medicamento, mas que a empresa não pode se responsabilizar por essa decisão. Portanto, o que foi determinado não tem relação ao valor do tratamento, mas sim ao plano de regras que a empresa segue.

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