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por Vitor Oshiro

A crônica desta semana foi sobre a denominação “pular” o Carnaval. Pensando nisso, o Humor de Quinta traz duas histórias de anônimos que, com certeza, prefereriam ter pulado este carnaval de seus calendários. Confira:

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por Vitor Oshiro

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por Vitor Oshiro

Chupinhado do Não Salvo

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por Vitor Oshiro

Lembrar de quatro anos atrás é bastante simples. Com um mínimo esforço, já vem à memória aquela sensação de quem acaba de abandonar o lar e agora tem nova moradia. Os amigos parecem distantes. Aqueles com quem ele inicia uma conversa, parecem desconhecidos. Na verdade, eles são desconhecidos.

Tudo não parece se encaixar. Em todas as falas e conversas, o “recém-chegado” tenta encontrar um traço do que deixou. É uma história antiga. Um rosto que se parece com seu antigo vizinho. Uma voz que lembra a sua mãe. Mas, nada é. Tudo é diferente e novo.

Com o passar do tempo, ele percebe que as coisas não são tão ruins quanto parecem. Os novos lugares passam a se tornar familiares. Os desconhecidos passam a compartilhar coisas em comum. Os antigos amigos ainda são preservados e os novos já se parecem antigos.

Ele finalmente se ambienta. Está acostumado com sua rotina e tem certeza de que aquele é seu lar. Ir para a antiga casa? Só em algum feriado. Mais do que isso já começa a enjoar. Parece que a idéia de ir “fazer faculdade” em outra cidade foi bastante acertada.

Mas, como um ciclo, novamente a vida está prestes a mudar. Os amigos tomarão caminhos distintos. As histórias que ainda cheiram novidade começam a vestir capas antigas. O filme que era colorido vira preto-e-branco.

Lembrar de quatro anos atrás é bastante simples. Porém, pensar em agora é difícil. Pensar que estamos novamente abandonando tudo e rumando outros caminhos corta o coração.

Alguns choram. Ele não. Prefere sofrer calado.

Não chora porque sabe que uma nova etapa se inicia. Não chora porque sabe que vai preservar sua antiga vida. Não chora porque tem medo de chorar e não conseguir mais parar.

Lembrar de quatro anos atrás será mais simples no futuro. Mas, agora, é enormemente triste.

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