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Posts Tagged ‘uniban’

por Vitor Oshiro

Na semana passada, foi aprovada a PEC que retorna a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão. Eu era favorável ao diploma, mas, passei a ver que não seria tão ruim se outros profissionais escrevessem matérias para o jornal. O HUMOR DE QUINTA de hoje traz quadro hipotético que é totalmente fantasioso e faz com que qualquer semelhança com a vida real seja mera coincidência! 😉

Matéria escrita por um jornalista

Uma farmácia e uma loja de suplementos foram interditadas na tarde desta segunda-feira por irregularidades sanitárias. As mercadorias foram apreendidas e os responsáveis encaminhados para a delegacia da Polícia Federal, para prestar esclarecimentos.

 

Matéria escrita por um policial

Os oficiais chegaram na parte da tarde e surpreenderam os meliantes em flagrante desrespeitando ordens sanitárias. Eles interditaram um estabelecimento que vende remédios e outro que vende suplementos. As mercadorias das mesmas foram conduzidas à apreensão e os indivíduos donos das mesmas também foram conduzidos para se explicar com o delegado.

 

Matéria escrita por um advogado

Uma farmácia de boa qualidade e uma loja de suplementos que fazem muito bem para a saúde de todos foram injustamente interditadas na tarde desta segunda-feira por improcedentes e caluniadoras irregularidades sanitárias. As mercadorias, todas de excelente origem, foram apreendidas de forma bastante rude e os responsáveis encaminhados, ferindo os direitos humanos, para a delegacia da Polícia Federal, onde receberam maus tratos.

 

Matéria escrita por um médico

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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por Leonardo Caruso, vulgo Pelúcia

Neste blog já tivemos crônica sobre idosos, sobre o sentido da vida, sobre encontros e desencontros. Você já deve ter se deparado por aqui com textos que falam sobre a gripe, sobre as mulheres (no sentido sentimental e também naquele que causa rombo no cartão de crédito do pai, marido, namorado, etc).

Tivemos a crônica como crônica e até um enigmático vestido rondando o ambiente. Com todo respeito aos meus colegas, nenhum desses temas é realmente impactante. Na verdade, falta um equilíbrio, falta um assunto que me deixe nervoso, que me deixe estressado, que me dê calor, que suje a minha casa.

Preciso falar de algo que os homens devem ter, mas não muito grande (as pessoas do sexo feminino não gostam muito), e que as mulheres não devem ter. Algo que deveria crescer só no inverno, mas que incomoda em todas as estações. Preciso falar de algo que demonstra a presença de testosterona, mas que pode ser nojento. Preciso falar de PÊLOS! Isso mesmo, pêlos.

Tá, eu sei que é algo normal em qualquer homem, e até mesmo em algumas mulheres (garotas, por favor, depilem-se!), mas o problema é o excesso de pêlos, e pêlos estilo Wolverine: quando você acha que deu um jeito neles, eles crescem novamente, mais forte e com mais raiva! No meu caso, eu não tenho muito problema com a aparência (tirando meus pés de Hobbit). Mas é que incomoda sabe. Esse verão, esse calor, esses pêlos. O detalhe, é que eles caem, e daria pra fazer uma peruca, tamanha é a quantidade de “cabelinhos” que minha perna libera… Isso faz uma sujeira!

Se algum dia, eu for estudado por algum geólogo ou afim, não serei analisado pelas minhas pegadas ou pelos “utensílios” que criei, serei estudado pelos meus pêlos. E haja pêlos. Nunca vi tantos pêlos. Pêlos, pêlos, pêlos. Vocês podem se perguntar “mas por que tanto repúdio aos pêlos, é só passar uma maquininha”. Eu vou concordar com você, que é “só passar uma maquininha”, mas sabe quanto tempo dura a bateria de uma “maquininha”? Quer chutar? Um quinto de perna! Isso mesmo, 1/5 de perna, o que equivale aos pêlos que se localizam à frente da canela direita. Se a bateria demora 8 horas pra recarregar, digamos que consegui raspar… até o joelho antes de ir pra Metamorfose (festa a fantasia). Talvez tenha sido os pêlos que fizeram as pessoas confundirem a “Miss Uniban” com a Xuxa!
Se não fossem os “pelinhos” em quantidade elevada, eu talvez não tivesse sido “batizado” de Pelúcia, aqui na faculdade.

Pêlos… você poderia ter me dado um gen menos peludo, hein Carusão!?

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por Vitor Oshiro

DO CLERO: Ontem, o vereador Rodrigo Gouvêa (ou Gouveia, ou Gouvêia, ou aquele que foi preso) deu uma entrevista coletiva. Denúncias? gente indo para o buraco junto com com ele? Tortura? Nada… o ex-vereador não falou nada de muito interessante, somente do polêmico corte de cabelo e que não vai renunciar ao cargo

DO CAFÉ: Achou que coisa antagônica era o Lula citando Frued em entrevista??? Não, é que você não viu esta imagem no blog!!! 

DO PAÇOCA: “Pagar que é bom nada!”. Esta frase que falo aos meus amigos caloteiros é o que os médicos andam dizendo por aí em Londrina. Enquanto isto, a Prefeitura lança um plano emergencial para contornar os estragos da paralisação.

– DO PEDRIALI: Quer mais charges da Uniban? Veja aqui!!!

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Por Fernanda Cavassana

Quem tem twitter sabe! Esta semana, as palavras apagão, Itaipu, blecaute (Blackout, se preferir) viraram tendência entre os tweets. Dizem que o acontecimento que deixou boa parte do país sem luz serviu para que a eficácia do microblog em informar fosse comprovada. Mas, além de divulgar a informação antes de outros meios, o twitter foi palco de vááárias piadinhas sobre o assunto.

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Mas nada superou Madonna durante o blecaute! A  cantora, que estava no Rio de Janeiro hospedada no hotel Fasano no momento, não chegou a ficar nem um minuto no escuro. Dizem que o responsável por isso foi  seu namorado Jesus Luz – nome bastante citado no twitter também. Confira algumas fotos do apagão:

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Foto de Juliana Rezende/Globo

Fachada do Fasano: um dos poucos pontos de luz na orla de Ipanema

Para fechar o Humor de Quinta, uma recomendação do Sr. Vitor Oshiro:

– vídeo que mostra “A Queda” da “Uniban”

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Protesto na Universidade de Brasília contra "machismo" na Uniban

Alunos da UnB (Universidade de Brasília) protestam contra atitude "machista" na Uniban. *fonte: http://www.uol.com.br

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Ele vivia resguardado em seu quarto escuro. O quarto era pequeno, quente e solitário. Pouco mais de um metro separava o chão do teto. Limpo? De jeito nenhum. Quem passasse mais de três horas naquele lugar se engasgaria com a poeira.

Ele nunca achou que seria conhecido. Sequer achou que sairia daquele pequeno cubículo em que vivia. Sua vida se resumia a pequenos feixes de luz que entravam vez ou outra e o faziam sentir que existia mais alguém no mundo.

Desolado, ficou por dias e dias quieto, triste e, por isso, incapaz de causar confusão com o menor dos seres vivos. A solidão e a apatia que sentia não combinavam em nada com sua aparência jovial e límpida.

Lembrava de quando foi morar naquele pequeno quarto. Achava que tudo seria diferente. Que andaria pelas ruas e sentiria o vento moldando sua face. Que se exibiria com o objetivo de quando nasceu: ser belo e agradar a todos.

Entediado da mesmice em que vivia, um dia resolveu sair. Tomou coragem e rompeu a estática que comandava sua vida. Foi todo perfumado e por onde andava recebia olhares. O isolamento, a timidez, a apatia foram todos embora. Restaram agora olhares enfeitiçados, olhares atiçados e elogios imediatos.

Tudo parecia perfeito como ele sempre quis. Mas, a perfeição não duraria muito tempo.

Logo, os elogios se excederam. De elogios passaram a repreensões.

Logo, os olhares se excederam. De olhares passaram a anseios desenfreados.

Logo, o feitiço se desfez. De alegria passou a novamente uma timidez infindável.

Novamente ele se escondeu. Não em um quarto escuro, mas, sob uma capa branca. Novamente a luz do sol passou a ser apenas uma lembrança. Novamente viveria em um quarto fechado, porém, agora, a vergonha fazia parte do seu quadro de sentimentos.

Depois, algumas vezes apareceu em entrevistas em programas de TV’s que queriam aproveitar seu caso para alavancar uns dois pontinhos de audiência. Mas, logo, foi esquecido no quarto escuro de novo. Seus 15 minutos de fama passaram e e que ele pensava de tudo isso? Não, ele não pensava que o pessoal havia exagerado e o tratado de forma preconceituosa, nem tampouco que eles haviam agido certo. A única coisa que passava pela sua cabeça: “como é sofrida esta vida de vestido rosa e curto, vio…!”

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