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Uma enquete feita pelo Jornal de Londrina na tarde dessa segunda-feira (30) revelou que apenas seis vereadores são abertamente favoráveis ao aumento no número de cadeiras na Câmara de Londrina, o que faz com que a possibilidade de se propor um projeto nesse sentido seja enterrado antes mesmo da votação, já que para a sua aprovação era necessário o voto favorável de pelo menos 13 representantes. Dos 19 vereadores atuais, nove se disseram contrários ao projeto, enquanto que um não foi encontrado e três não quiseram se manifestar.

Segundo a reportagem do JL, para a manutenção do número de cadeiras em 19 não é necessário nem que um projeto seja apresentado, já que a Lei Orgânica vigente já estipula esse número. O projeto para o aumento, que há duas semanas chegou a ter 13 vereadores favoráveis, sofreu um baque com toda a repercussão negativa recebida pela proposta por parte da população da cidade. O ápice dessa repercussão foi a divulgação de uma pesquisa na semana passada feita pela Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil) que mostrava que 69% dos londrinenses são contrários a lei.

O argumento principal usando pelos vereadores favoráveis para o aumento das cadeiras é que eles estão em busca de defender “a representatividade, a democracia, a participação popular”, como afirmou Lenir de Assis (PT).

Posicionamento

Contra aumentar o número de vereadores
Eloir Valença (PT)
Gérson Araújo (PSDB)
Ivo de Bassi (PTN)
Joel Garcia (PTN)
José Roque Neto (PTB)
Lenir de Assis (PT)
Marcelo Belinati (PP)
Roberto Fu (PDT)
Sebastião da Silva (PDT)

A favor de aumentar para 21 vereadores
Jacks Dias (PT)
Jairo Tamura (PSB)
Roberto Fortini (PTC)
Roberto Kanashiro (PSDB)
Rony Alves (PTB)
Tito Valle (PMDB)

Não localizados
Rodrigo Gouvêa (PTN)

Não se manifestou
Marcio Almeida (PSDB)
Renato Lemes (PRB)
Sandra Graça (PP)

Com informações do Jornal de Londrina

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Entidades que participam do “Londrina competitiva” fazem nova ofensiva pela derrubada da “Lei da Muralha”. Presidente da Apras vem à cidade reforçar o posicionamento da entidade

Por Daniela Brisola

A discussão sobre o projeto que tenta derrubar a chamada “Lei da Muralha”, que proíbe a instalação de supermercados com mais de 1.500 metros quadrados na região central de Londrina, continua hoje (9). Depois de reunião realizada ontem (8), pelo movimento “Londrina Competitiva”, o presidente da Associação Paranaense de Supermercados (Apras), Pedro Joanir Zonta, anunciou que vem à cidade nesta terça-feira para demonstrar seu apoio e conversar com o autor do projeto, o vereador Roberto Fu (PDT). O projeto do pedetista pretende acabar com a lei aprovada em 2005 pela Câmara e sancionada pelo ex-prefeito Nedson Micheleti (PT).

O presidente da Apras diz que a Lei prejudica o desenvolvimento da cidade. “A limitação imposta não permite que a concorrência entre as empresas do ramo se amplie. Os londrinenses estão privados de ter acesso a novas lojas, melhores preços, maior variedade de produtos e serviços, horários de atendimento mais adequados às necessidades da população, da criação de postos de trabalho e da aplicação, em seu benefício, dos tributos gerados pelos novos empreendimentos”, diz nota divulgada ontem pela assessoria de imprensa da entidade.

Na nota, Zonta afirma que a Lei da Muralha fere o princípio da livre iniciativa. “Os londrinenses perdem em todos os aspectos a possibilidade de promover o crescimento e desenvolvimento econômico e social”, conclui.

Em entrevista ao Londripost, Fu também afirmou que a lei impede a concorrência. “Essa lei é uma injustiça só praticada na cidade de Londrina, beneficia a grupos empresariais ferindo alguns princípios constitucionais.”

A lei também era praticada em Cascavel, no entanto, já foi revogada. “O novo projeto de lei favorece a concorrência, traz opções de compras para o consumidor, cria empregos e gera impostos”, pontua o vereador.

O projeto de Lei está na Comissão de Justiça que tem 20 dias para devolvê-lo. Entretanto, Fu espera que seja votado o mais rápido possível. “No início, quando apresentei o projeto, tinha plena certeza que seria aprovado. Perdemos alguns vereadores, mas vamos fazer um trabalho de conscientização para que seja aprovado.”

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por Vitor Oshiro

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por Leonardo Caruso

Árvores derrubadas, casas destelhadas, enchentes, lugares evacuados. Estas são as consequências das tempestades que vem atingindo Londrina nas últimas semanas. Recentemente, apareceram trincas e rachaduras na Câmara de Vereadores de Londrina, fato que pode acontecer na casa de todos nós.

Rachaduras na câmara preocuparam os vereadores. Mas e a sua casa? Será que apresenta perigo? Crédito da imagem: Roberto Custódio / JL

Rachaduras na câmara preocuparam os vereadores. Mas e a sua casa? Será que apresenta perigo? Crédito da imagem: Roberto Custódio / JL

O que ocorreu na Câmara no último dia 20 deste mês e que pode atingir nossas casas é explicado pelo engenheiro civil e coordenador do departamento de estruturas da UEL, José Roberto Hoffmann. “A alta densidade pluviométrica dos últimos dias, sem um tempo para que o solo absorva corretamente toda a água que vem da chuva, acaba alterando as propriedades do solo. Com o solo permeável [terra roxa] que temos na região, essas alterações acabam sendo acentuadas”.

Ele ainda explica que essa descaracterização do solo cria uma situação favorável a movimentação do imóvel, causando fissuras, trincas e rachaduras. “Além das trincas e rachaduras, podem ocorrer processos evolutivos decorrentes de danos nas tubulações de água e esgoto”.

Para evitar que isso ocorra, o engenheiro adverte para que não deixemos acumular água próximo aos elementos de fundação no terreno. “Devemos ter um sistema de coleta de água pluvial para não deixar acumular água no terreno próximo às paredes da edificação”. (mais…)

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por Vitor Oshiro

Estou sob pressão e sendo bombardeado com acusações que não procedem”

(Rodrigo Gouvêa – PRP –, vereador acusado de corrupção passiva e improbidade administrativa).

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