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Posts Tagged ‘vida’

por Vitor Oshiro

 Ong Projeto Criança Feliz atende crianças e adolescentes carentes da Região Leste de Londrina que compreende os seguintes bairros: Jd: Santa Fé, Jd: Marabá, Jd: Monte Cristo e Invasão Morro dos Carrapatos, regiões carentes da cidade de Londrina. Além do projeto musical (Instrumental, vocal e dança) desenvolvido a mais de um ano, o projeto também realiza freqüentemente diversas ações sociais.
Para o dia 04 de Abril data em que se comemora a Páscoa, o Projeto Criança Feliz esta iniciando uma campanha de Páscoa, na intenção de entregar 500 Ovos de Páscoa para crianças, adolescentes, e voluntários do projeto. Para que seja possível realizar essa campanha, a Ong esta solicitando ingredientes para confecção desses 500 Ovos de Páscoas; abaixo a lista de ingredientes:
· 25 kilos de chocolate ao leite em barras.
· 150 papéis para embrulho para ovos de páscoas.
· 05 rolo de papel alumínio 40cm X 7mt.

Contatos: (43) 3324-6115 – (43) 9107-8853 – (43) 8813-2693 – (43) 8402-2506.
Endereço: Av: Duque de Caxias, 3511 – Centro – Londrina.

Do Café com Pizza

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por Leonardo Caruso

Coisas que me fazem bem. Bom, pra começar, e como bom romântico, um grande amor, amigos e uma família que te apoia. Hobbies, esportes e um truco esperto. Esperar a senha do RU. Dormir ouvindo o som de uma caminhonete tocando Boate Azul. Chamar seu professor de Bola, cumprimentar o Élcio e ouvir o Hannah Hannah falar sobre ética no jornalismo. Ficar puto com o trânsito londrinense a caminho de uma loja de aluguel de roupas – é, descalço é complicado ir a uma formatura. Aqueeeela cervejinha!!! Isso não tem palavras. Ainda tô sentindo falta do futebolzinho… Me falaram que nesse final de semana teve gente suficiente pra montar três times. Ô, como é bom jogar bola. Vida de universitário loooonge da família. No meu caso, uns 480km. Pra mim, o que importa é a experiência de ter de me cuidar sozinho. A gente se apóia aqui, se apóia ali. Os amigos e a família sempre querendo dar uma força. E mais uns 30 – pelo menos – pra te levar pro Beco dos Universitários.

Falar do crescimento que temos morando sozinho, dos problemas que enfrentamos e como nos viramos não é  novidade. Acho que meus companheiros de blog já escreveram como é morar por aqui, na tão famosa Londrina, Little London para os íntimos. A minha intenção é falar das nossa capacidade de se adaptar e sentir falta do que chamamos de rotina. Tive um pouco menos de dois meses de férias – a gripe suína estragou com o calendário, então tivemos aula em uma semana de janeiro -, o que gerou extrema indignação e, acima de tudo, um desânimo enorme. O natal e o ano novo nem foram suficientes pra descansar e esquecer um pouco a universidade. Joinha! Metade de janeiro começa férias e agora sim vai ser legal! Nunca mais vou querer voltar pra faculdade, estudar, estagiar, trabalhar, o que for!!! Isso até primeira semana de fevereiro. Ai que começa a bater uma saudade, uma falta de rotina e aquele desânimo de ter tido aula “nas férias” parece ter sido tão bobo. Quero a minha vida de volta!

Minha vida… É quando saimos de casa que percebemos do que realmente gostamos, do que queremos fazer. Se preocupar apenas com aquilo que assumimos. O curso de graduação, o curso de idiomas, o estágio, a própria rotina. As férias em casa dão um tempão livre, mas a gente não sabe o que fazer com ele. Enchemos a cabeça de idéias, mas a rotina, mesmo uma DESrotina, faz falta. Eu sentia falta dos estudos, de me sentir responsável, de estar presente em vários lugares, estar com várias pessoas ao redor e em vários grupos ao mesmo tempo. Saudade de ver pessoas estranhas e algumas mais estranhas ainda. Tava com saudade de Londrina. Tava ansioso por esse ano. Ainda estou nervoso pensando na maneira mais eficiente de ganhar uma graninha sem me distanciar muito do meu curso.

Na verdade, tô escrevendo essa crônica pra dizer como é bom tomar uma cervejinha depois de um dia de aula, uma pequena arrumação na casa e uma corrida no centro. Bora tomar uma gelada lá no Beco?!

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por Leonardo Caruso

O recomendamos de hoje tem Poder. E poder por Joyce Pascowitch, jornalista e empresária responsável pela Glamurama Editora, que criou uma revista para adentrar na vida dos poderosos, sejam eles da política, das artes, dos esportes ou do ramo que for. Completando dois anos agora em fevereiro, a revista tem por intuito mostrar quem são as pessoas tidas como importantes, o estilo de vida delas e o que pensam. De acordo com a diretora-geral, o que importa no novo veículo é o poder em todas as suas manifestações. Sarney e Caco Barcellos são figuras que já passaram pelo meio. Quem cobre a capa de fevereiro é o jogador do flamengo, Adriano.

A primeira vista pode parecer apenas uma revista de fofocas, mas ao virarmos as páginas, percebemos que Poder tem seu valor, não só por variar as figuras que aparecem em suas matérias, mas também ao conteúdo abrangente de cada entrevista. Claro que voltado para cada indivíduo lá entrevistado, mas um pouco mais completo que simples “conversa de cumadres”.

Porém, o item mais interessante e que mais me aproximou da revista é o fato de ela ser disponibilizada online. Ao acessarmos o site, podemos escolher a edição que desejamos ler, a forma como o conteúdo deve ser apresentado na tela e a forma de controlar a mudança das páginas. Podemos dar zoom e manusear as “folhas” como se fossem de uma revista impressa. A parte gráfica também me chamou atenção.

Aqueles interessados em conhecer a versão online da Poder podem acessar o site http://revistapoder.uol.com.br/. Já os interessados na versão impressa e formas de assinatura, podem entrar em contato pelo telefone (11)3061-9548ou pelo email assinaturas@glamurama.com.br

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por Lígia Zampar

Um site feito pra você compartilhar com o resto do mundo todas as desgraças que acontecem no seu dia. Eis algumas delas:

“Hoje, enquanto dirigia, parei em um sinal. Dois garotos que estavam de moto começaram a me cantar, para me livrar deles gritei: “Até minha sogra tem mais bigode que vocês”. Só aí lembrei que minha cunhada estava no carona e minha sogra, que já não gosta muito de mim, no banco traseiro.”

“Hoje, encontrei minha namorada de mãos dadas com um rapaz estiloso de oculos escuros. Sem querer saber dei um soco na cara dele, depois da surra que tomei da minha namorada, fui saber que era seu primo cego.”

“Hoje, o professor me chamou lá na frente (uma sala c/ 60 alunos) e disse que meu trabalho sobre radioatividade tinha sido o melhor. Fiquei toda feliz e logo depois ele disse na frente da sala inteira que por isso o zerei, porque copiei do site que ele mesmo tinha postado sobre o tema!”

“Hoje estava conversando com a minha mãe sobre fofocas. Ela me solta: “Sua irmã veio me falar que mandaram um e-mail pra ela, falando que tenho um vibrador.” Eu respondo: “Sério que mandaram isso, mãe?” Ela responde: “E daí se eu tenho um vibrador?” ”

“Hoje, às 22:00H lembrei do concurso que fiz no mês passado, aproveitei e fui verificar o resultado. Para minha surpresa eu tinha passado no concurso, pulei feito louco aqui no apartamento de tanta alegria. Isso até eu descobrir que a entrevista era hoje.”

“Hoje meu namorado me levou ao shopping pra comprar um presente de natal. O que eu não sabia é que iria quase renovar meu guarda-roupa. Muito feliz perguntei por que ele estava me dando tanta coisa, ele respondeu: “Não leva a mal, é que eu tenho vergonha de sair com você vestida assim”. ”

“Hoje meu amigo comentando com a minha mãe: “Eu acho que sua filha devia pintar o cabelo de loiro, ia ficar super legal, ela ia ficar com uma cara meio assim…de putona” E ela responde: “Para!, ela não precisa dessas coisas para parecer isso””

“Hoje, cheguei no colégio da minha filha e vi ela beijando um garoto, me alterei e deu um tapa nele. Sou policial da brigada, quando chego no trabalho vejo o major com o garoto do lado. O garoto me olhou e disse: Pai foi aquele cara que me bateu.”

Vale a pena continuar lendo!

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por Vitor Oshiro

Veja a notícia completa aqui!

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por Vitor Oshiro

Muita gente acredita em destino. E com ele há também espaço para superstições, sinais, simpatias e todo tipo de coisa que a ciência não consegue explicar.

De outro lado, existem pessoas que acreditam em coincidências. Tudo é baseado na razão e na ciência e aqueles fatos que não cabem nesta vertente são semelhanças que a vida e a rotina tratou de juntar.

Recentemente, a atriz Brittany Murphy morreu de uma overdose de remédios. O corpo foi encontrado em uma banheira. Em seu último trabalho, a atriz protagonizou um filme de terror chamado Deadline. O cartaz promocional e as capas dos DVD’s e Blu-ray traziam que imagem? Confira abaixo.

A produtora do filme decidiu trocar a imagem por causa da triste “coincidência”.

Mas, seria coincidência ou destino?

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Ele vivia resguardado em seu quarto escuro. O quarto era pequeno, quente e solitário. Pouco mais de um metro separava o chão do teto. Limpo? De jeito nenhum. Quem passasse mais de três horas naquele lugar se engasgaria com a poeira.

Ele nunca achou que seria conhecido. Sequer achou que sairia daquele pequeno cubículo em que vivia. Sua vida se resumia a pequenos feixes de luz que entravam vez ou outra e o faziam sentir que existia mais alguém no mundo.

Desolado, ficou por dias e dias quieto, triste e, por isso, incapaz de causar confusão com o menor dos seres vivos. A solidão e a apatia que sentia não combinavam em nada com sua aparência jovial e límpida.

Lembrava de quando foi morar naquele pequeno quarto. Achava que tudo seria diferente. Que andaria pelas ruas e sentiria o vento moldando sua face. Que se exibiria com o objetivo de quando nasceu: ser belo e agradar a todos.

Entediado da mesmice em que vivia, um dia resolveu sair. Tomou coragem e rompeu a estática que comandava sua vida. Foi todo perfumado e por onde andava recebia olhares. O isolamento, a timidez, a apatia foram todos embora. Restaram agora olhares enfeitiçados, olhares atiçados e elogios imediatos.

Tudo parecia perfeito como ele sempre quis. Mas, a perfeição não duraria muito tempo.

Logo, os elogios se excederam. De elogios passaram a repreensões.

Logo, os olhares se excederam. De olhares passaram a anseios desenfreados.

Logo, o feitiço se desfez. De alegria passou a novamente uma timidez infindável.

Novamente ele se escondeu. Não em um quarto escuro, mas, sob uma capa branca. Novamente a luz do sol passou a ser apenas uma lembrança. Novamente viveria em um quarto fechado, porém, agora, a vergonha fazia parte do seu quadro de sentimentos.

Depois, algumas vezes apareceu em entrevistas em programas de TV’s que queriam aproveitar seu caso para alavancar uns dois pontinhos de audiência. Mas, logo, foi esquecido no quarto escuro de novo. Seus 15 minutos de fama passaram e e que ele pensava de tudo isso? Não, ele não pensava que o pessoal havia exagerado e o tratado de forma preconceituosa, nem tampouco que eles haviam agido certo. A única coisa que passava pela sua cabeça: “como é sofrida esta vida de vestido rosa e curto, vio…!”

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