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Posts Tagged ‘youtube’

por Lígia Zampar

Crianças são sempre uma gracinha. Ainda mais quando são dos outros. Ontem conversando com a Dani Brisola, que só falava de pentelhinhos, lembrei desses vídeos.

Criança fala cada uma, não?

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Todo mundo tem um sotaque ou uma maneira peculiar de falar. Os cariocas com os “S” e “R” bem fortes, os paulistanos com o tradicional “mêêêu” e os mineiros monossilabando todas as palavras.

Nessa onda, os “bróder” do gueto fazem questão de se destacar. É o que se passa nesse primeiro vídeo, em que o rapaz defende a irmã que sofreu tentativa de estupro e ameaça o criminoso “idiota”. É incrível, mas pelo segundo vídeo, parece que ele fez isso propositalmente.

Nesse clima de remix, vale a pena conferir a versão americana do “truco valendo o toba”.

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Por Pedro Rosa

Vou cantar até você ouvir / Aquele verso que eu fiz para te ver sorrir / E dizer, talvez seja você, / Que me completa e me faz querer viver.

Começo meu post com esses singelos versos.

Gente, não entendo o que está acontecendo com essa criançada de hoje. Juro, alguma doença no ouvido (ou mental mesmo) está se espalhando entre os jovens de 12 a 16 (com casos retardatários, levando esse problema até os 21) para que eles consigam ouvir as músicas de hoje em dia. Quando eu era menor, não nego que as músicas eram ruins, por que o repertório dos anos 90 foi um POP fraco, com boy bands, girl bands (gay bands). Mas pelo menos era melhor que esse tal de Cine, NX Zero, e esse tal de Restart (que compuseram os versos logo acima).

Mas uma coisa eu me pergunto, o que é pior: a banda Restart, ou os fãs de Restart? Os caras estão fazendo o trabalho (muito mal feito  por sinal) de botar suas músicas nas paradas de sucesso. O pior são os fãs que ouvem isso e depois ficam bravos se tiram sarro deles.

Dêem uma olhada nesse vídeo e vocês entenderão. Só digo uma coisa: pura falta de sacanagem!

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Por Pedro Rosa

E aí, galera?

Mais uma vez reunidos aqui, nessa segunda-feira chuvosa (pessoal da exposição se ferrou, só falo isso) com mais um vídeo clássico do youtube, com mais de 110000 acessos.

Esse vídeo eu dedico a todos que fazem jornalismo, com o intuito de vender Folha de Londrina na rotatória da Higienópolis com JK (falo mermo).

Aqui temos mais um exemplo clássico de o que acontece com algumas pessoas que fazem jornalismo: alcolismo, dentes amarelados e pura beleza interior. E depois me perguntam por que tiraram a importância do diploma de jornalismo (eu sei, piada velha, mas podem deixar que eu lembrarei dela mais vezes) Aposto que foi culpa da Ione (não entendeu, veja o vídeo).

Questionamentos levantados com o vídeo:

1- Que p… de lugar é esse minha gente?

2- O que a levou desabotoar sua blusa?

3- Por quê ela usa meia-calça até o umbigo?

4- Na cidade dela ainda tem dentistas?

5- Que p… ela fala no final?

São questões importantes que devemos pensar nessa noite, no conforto da nossa casa, enquanto tomamos sopa de letrinhas.

Fica aí a dica de contato para um encontro com uma pessoa bacana, com um papo legal, carismática e aceita fazer qualquer coisa: 9974-2421 (telefone já cancelado)

Ione, sou seu fã.

E para o resto, tudo de bom aqui nesse shopping.

*Pedro Rosa é estudante de Relações Públicas na UEL e o novo colunista sobre vídeos clássicos do Youtube no Londripost.

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por Pedro Rosa

Oi!

Meu nome é Pedro. Eu não sou Jornalista, sou RP (momento Ione Machado).

Não galera, RP não faz só evento, não sabe o orçamento do cento de coxinha, não serve café e não passa manteiga no pão!

RP faz muita coisa na verdade. Tanta coisa que me dá até preguiça de dizer aqui. Um dia eu uso meu post semanal só pra explicar.

Mas como hoje em dia todo mundo é jornalista, resolvi me enfiar nesse blog.

(PS: vendo diplomas de Jornalismo, 10 parcelas de R$29,90).

Minha coluna é sobre vídeos do Youtube. Pretendo trazer nesse espaço, vídeos clássicos, engraçados e famosos que rolam por aí na Internet.

Para começar, meu vídeo favorito. Nossa querida Xuxa, rainha dos baixinhos, tratando a Cláudia, humilde trabalhadora, filha de cobrador, com toda indiferença. Por esse vídeo ser meu favorito e me fazer rir sempre que eu vejo o 209 descendo a Higienópolis, dou o nome da minha coluna em homenagem à Cláudia, a rainha dos baixinhos oprimidos.

Pedro Rosa inaugura mais uma coluna semanal do Londripost.

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por Leonardo Caruso

Domingo, 11:30 da manhã, algumas pessoas começando a aprontar o churrasco, outras ainda dormindo. Tem aqueles que já estão trabalhando e outros, como eu, que já estão na internet para blogar alguma coisa.

Estava fuçando Orkut’s ontem quando me deparei com um vídeo de um menino que eu acredito ser o próximo Israel Kamakawiwo’ole, o cara que fez a versão de Somewhere Over the Rainbow pro filme Como Se Fosse a Primeira Vez.

Aproveitando o dia lindo que está fazendo lá fora (e terminando o post para eu poder aproveitar esse sol), vamos todos cantar I’m Yours (do Jason Mraz) com este grande artista!

Ótimo Domingo a todos!

PS: Quem quiser a letra da versão original, está aqui! Só não me perguntem sobre a versão desse garotinho!!!

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Por Fernanda Cavassana

O Londripost entrou em contato com a Unimed Londrina para obter informações sobre o caso de Ana Maria Menezesque divulgou um vídeo no Youtube relatando a interrupção do seu tratamento.

Para privacidade da própria paciente, a assessoria de imprensa da Unimed Londrina preferiu não divulgar detalhes do diagnóstico. Mas afirmou que a paciente tem uma resposta formal da empresa que justifica a decisão de cancelar o pagamento da continuação do tratamento dela.

Segundo a comunicação da Unimed, a quimioterapia estava sim em continuidade e sua interrupção foi decidida seguindo um conjunto de regras, um plano baseado nas normas da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) que a empresa tem que seguir.

De acordo com empresa, no meio do tratamento de Ana Menezes, foi solicitado, por sua oncologista, um medicamento cuja bula teria a informação de que ele não é indicado para o caso da paciente. Sendo assim, continuar cobrindo a quimioterapia com esse remédio significa, para a Unimed, assumir a responsabilidade do tratamento fora das normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitára) e da ANS.

A empresa ainda afirmou que a decisão foi tomada após um parecer técnico de oncologia.

Ao Londripost, a Unimed Londrina ainda disse que, pelo quadro que apresenta, entende que é um momento difícil, e de superação para a paciente. E que toda a pessoa tem o direito de tentar qualquer tratamento e medicamento, mas que a empresa não pode se responsabilizar por essa decisão. Portanto, o que foi determinado não tem relação ao valor do tratamento, mas sim ao plano de regras que a empresa segue.

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